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6 de março de 2009

Produçao de um Plástico

Durante a pesquisa sobre quais as experiencias a realizar durante o período, encontramos um protocolo sobre a produção de um plástico, e como pareceu ser uma experiência simples, decidimos partir para a sua realização.
De acordo com as indicações que nos foram dadas pela professora tínhamos a hipótese de realizar a experiencia com leite normal ou com leite em pó. Optamos por utilizar leite em pó devido a existir na escola e também tivemos a aprovação da professora para o utilizar.
Esta experiência necessita de materiais fáceis de arranjar como o vinagre e leite em pó, e apenas precisámos de aquecer agua, juntar o leite em pó e deixar aquecer durante 3 minutos, mas sem deixar ferver, após isto juntar o vinagre e esperar os flocos de caseína. Depois disto recolhemos a caseína e comprimimos num copo. Após isto esperámos que secasse e se formasse o plástico. O que aconteceu foi que se formou uma espécie de pasta de cor amarela que é o nosso plástico. De acordo com a professora obtivemos o esperado.
Portanto esta fora mais uma experiencia bem sucedida do grupo Química do Quotidiano.
O nosso plástico:

4 de fevereiro de 2009

Produção de um sabão


Esta foi a segunda experiência deste segundo período, é uma experiência bastante simples mas a falta de boa informação faz com que ela se torne mais complicada. Não conseguimos encontrar um procedimento experimental onde constassem as quantidades de reagentes necessários para produzir sabão, então tivemos de “deitar a olho” o que, talvez levou ao insucesso de uma primeira tentativa.
Na primeira tentativa tivemos alguns percalços porque a solução de azeite com hidróxido de sódio começou a ferver e salpicou para fora do gobelé, caindo na placa de aquecimento e provocando fumo, mas nada fora do normal visto que na química acontecem coisas destas. Como tal só pudemos continuar a elaboração do projecto com a preparação de óleo vegetal e hidróxido de sódio, no entanto após a continuação da experiencia, no final não obtivemos o esperado, que era o sabão, porque o sabão ficou liquido e não solidificou como era esperado.
Após a 1ªtentativa falhada, decidimos tentar outra vez. Desta vez tivemos mais cuidado para não acontecer o que aconteceu na 1ª tentativa. Na 2ª tentativa durante a elaboração da experiencia tudo acabou por correr bem, mas no fim, talvez por causa da falta de informação sobre as quantidades, acabou por não se formar o sabão, ficando outra vez a solução liquida.
Apesar de não se ter formado o sabão, experimentamos as duas soluções para ver se ao menos se formava espuma, e no fim só a solução de hidróxido de sódio e azeite é que formou espuma.
Ficamos um pouco desiludidos porque não se formou o sabão como nós tínhamos pensado, no entanto não vamos desanimar e vamos tentar que os outros processos corram todos bem.

28 de janeiro de 2009

Extracção de cafeína do chá preto


Esta foi a primeira experiência deste período e foi concluída com sucesso. Tínhamos como objectivo retirar a cafeína do chá preto, obtendo no final da experiência cristais de cafeína. Comprovamos desta forma a existência de cafeína no chá preto pois, embora sendo em poucas quantidades, os cristais estavam bem formados. Esta formação de cristais foi possível devido à utilização do diclorometano, pois é ele que dissolve a cafeína, e por ser um composto volátil vai evaporar-se deixando a cafeína depositada no fundo do gobelé.
Esta experiência envolve um procedimento laboratorial algo complicado, pois são utilizados vários materiais e algumas etapas têm de ser repetidas para que o produto final seja o mais desejado, porém o grupo não sentiu qualquer dificuldade na realização desta tarefa e agradecemos a ajuda da professora.
Todos os elementos trabalharam de forma ordeira e organizada na realização desta experiência e felizmente os resultados foram os esperados.


16 de dezembro de 2008

Electrodeposição de cobre ou Galvonoplastia


Nesta actividade experimental vamos cobrear um objecto de metal, que é um prego de ferro. Vamos mergulhar uma tira de cobre e um prego numa solução de sulfato de cobre. Ligaremos cada um destes objectos, com cabos isolados, a um gerador de corrente eléctrica. Ao fim de alguns minutos, o prego encontrar-se-á revestido por uma camada de cobre, castanho avermelhada.
Foi mais uma actividade experimental que concluímos com êxito. Esta actividade era muito simples, mas se nos descuidássemos talvez não tivesse corrido como correu. O cobre aderiu muito rapidamente á superfície do prego de ferro, não necessitamos de esperar muito para que pre
go ficasse totalmente cobreado.


25 de novembro de 2008

Produção de Pigmentos

Após termos produzido o Biodiesel passamos para a segunda etapa do nosso projecto que é a produção de vários pigmentos, respectivamente, o verde de cobre, violeta de cobalto, verditer verde, pigmento verde, pigmento azul real e o pigmento branco. Esta actividade foi uma ideia proposta pela professora, que de seguida nos despertou interesse, uma vez que não sabíamos como se conseguiam obter os pigmentos e também porque permitiu que todos elementos do grupo participarem no trabalho de laboratório.
Os pigmentos são pós ou partículas bem reduzidas dispersados nas tintas. Muitos pigmentos são usados tanto em tintas à base de água como à base de solventes. São os pigmentos que proporcionam a brancura e as cores a tudo o que é material, tendo cada mineral a sua cor própria.
Esta foi mais umas das etapas concluída pelos “ Química do quotidiano” na qual não tivemos muitas dificuldades para a conclusão deste. Uma vez que obtivemos os resultados esperados. Só tivemos uma inconveniente que foi a quantidade dos materiais existentes. Mas resolvemos este problema com a redução das quantidades para metade.
Portanto foi uma actividade que gostamos de elaborar, e é gratificante quando no fim da experiencia os resultados obtidos são os esperados.

22 de outubro de 2008

Produção de Biodisel

Os óleos alimentares usados, assim como os óleos usados de automóveis, quando são lançados no meio ambiente, provocam grandes problemas de poluição.
Embora sejam considerados resíduos não perigosos, os óleos lançados nas redes de drenagem de águas residuais obstruem os filtros de gorduras existentes nas ETARs, sendo um obstáculo ao seu bom funcionamento.
A reutilização de óleos resultantes de frituras permite:
· Fabricar sabão;
· Usá-los directamente como combustíveis em motores diesel;
· Obter um derivado que, quando misturado com gasóleo, serve de combustível – o biodiesel;
· Reduzir a emissão de partículas e de enxofre dos escapes dos motores diesel;
· Reduzir a importação de produtos petrolíferos.
Esta foi a primeira actividade deste ano lectivo, foi realizada no tempo previsto mas não foi realizada por todos os elementos do grupo, pois enquanto uns elementos do grupo estavam a elaborar a actividade experimental, os restantes dedicaram-se á criação do blog. Mas para que esta actividade levasse bom sucesso tivemos de nos empenhar no que estávamos a fazer.
O processo de produção Biodiesel é bastante interessante, o que torna o trabalho de laboratório muito agradável e entusiasmante. Gostamos muito desta actividade, não só pela parte prática desta actividade, mas também pela parte de pesquisa, pois assim ficamos a saber muito mais sobre o Biodiesel, aprendemos a faze-lo e também ficamos a saber de que modo o Biodiesel é uma grande mais valia para o ambiente.
No final da actividade foi muito gratificante ver o nosso Biodiesel arder numa lamparina. Foi a primeira actividade, o primeiro sucesso para os Químicos do Quotidiano, esperamos que se sucedam muitos mais, mas para isso irem
os estar sempre com o empenho em alta.



Eis o produto final!!


Pequena entrevista sobre a produção de Biodiesel